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Antonio Bokel

“Cura”

Três troncos de cedro geometricamente afastados formando um triângulo perfeito, que aponta para o Palácio da Pena, cada um com plantas medicinais terapêuticas plantadas ao topo. Cada tronco levara esculturas de bronze em forma de mãos que viram galhos de árvores, lembrando fábulas antigas. Esses galhos apontam para o centro do triângulo. Entre os troncos um chão de relva ajuda a reforçar a geometria perfeita do triângulo. Ao centro um pequeno banco para o espectador meditar e sentir os pontos de vistas desse altar.
Minha peça fala da arte  e da natureza como dois elementos poderosos de cura.
Um altar que reverencia a relação Homem Natureza, como nas culturas pagãs e ancestrais  reverenciavam a nossa mãe terra. Um lugar ideal para meditar, para receber as energias do Parque, das florestas e das ervas plantadas nos troncos.

BIOGRAFIA

Nasceu no Rio de Janeiro, em 1978. Formou-se em design gráfico pela Univercidade, em 2004.

Realizou a sua primeira exposição individual em 2003, na Kenʼ’s Art Gallery, em Florença, Itália, onde residiu e fez cursos de fotografia e história da arte. No Rio de Janeiro, teve aulas de modelo vivo com Bandeira de Mello e fez cursos de pintura, com João Magalhães, e de arte, com Luiz Ernesto, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro. Ao longo das duas últimas décadas, tem apresentado seu trabalho no Brasil e no exterior, em galerias e em intervenções urbanas, fazendo a ponte entre a arte de Rua e a arte contemporânea. Em 2008 participou da exposição de Verão na galeria Silvia Cintra + Box 4, neste mesmo ano e no e anos seguinte participou da SP arte, representado pela mesma, atingindo grande sucesso de vendas em 2009. Em 2010, realizou as exposições Cruzes e Credos, na Jaime Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro, e AAAAA No Thing But Truth, na Sid Lee Collective Gallery, em Amsterdão, Holanda. Em 2011, participou da 1ª exposição ARTUR – Artistas Unidos em Residência, em Lagos, Portugal.

Neste mesmo ano, também realizou duas exposições individuais: Corpus Cordex, no Centro Cultural Solar de Botafogo, Rio de Janeiro, e Grafitti Error, na FB Gallery, Nova Iorque. Em 2012, participa da exposição Gramática Urbana, no Centro de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro. No mesmo ano fez sua individual, Transfiguração do Rastro no mesmo museu. 2013 participou da exposição e residência artística Movimentos Paralelos na República Dominicana. Em 2014 mais uma exposição individual Na Periferia do Mundo com curadoria de Vanda Klabin, onde ocupou 5 salas do Centro Cultural Justiça Federal no Rio de Janeiro, foram no total 35 obras entre pinturas, fotografias, esculturas e vídeo. Seu trabalho já foi publicado nas revistas brasileiras Zupi, Vizoo e Santa, e na espanhola Rojo. Seus trabalhos estão nas maiores coleções Brasileiras, como a de Gilberto Chateubriand e BGA Investimentos. Bokel tem alguns trabalhos no acervo do MAN, museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e do MAR museu de arte do Rio. Atualmente é representado pela galeria Mercedes Viegas, no Rio de Janeiro, e galeria Matias Brotas em Vitória.

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